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Breve História do Paganismo e Asatru
Subsistência das Runas
O Apogeu dos magos rúnicos ocorreu na Idade Média, após
os romanos deixarem a Bretanha e esta ser invadida pelos vikings, dinamarqueses
e saxões. Nossa visão moderna é a de bárbaros
grosseiros, que saqueavam e roubavam em seu caminho pela Inglaterra, durante
um dos períodos mais negros da história inglesa. A verdade,
como costuma acontecer com os relatos modernos
sobre povos pagãos, é um pouco diferente. Através da
pesquisa histórica e escavações arqueológicas
revelou-se recentemente que os vikings eram um povo civilizado e culto, que
não mereciam a imagem sanguinária dada por filmes e novelas
sensacionalístas. Sua ourivesaria era uma das melhores em talento e
creatividade artística. Escavações recentes em York mostraram
que os Vikings eram mercadores do mundo antigo. Foram desenterradas longas
filas de lojas, onde mercadores de todo continente chegavam para trocar mercadorias
e comerciar com lã, metais preciosos e armas. O povo nórdico
ocupou grandes regiões da Inglaterra e deixaram sua marca na subsistência
de costumes populares, nomes de locais e até características
raciais dos habitantes. Eles administraram esses pedaços de terra logo
após a conquista normanda, basicamente resultante de uma disputa familiar
entre
trivos pagãs rivais, lutando pela coroa da Inglaterra. A Inglaterra
anglo-saxônica e escandinava, em geral é vista pelo historiadores
como um país bárbaro, corrompido. Contudo, os saxões
eram capazes de executar trabalhos artísticos excelentes, entre os
quais encontramos o famoso broche Kingston, descoberto em Kent. Datando do
século VII, consiste em um desenho concêntrico, com uma cruz
em relevo decorada com discos e botões, também em relevo. Nele
foram empregados ouro, granada, video azul e conchas marinhas brancas.
Esse broche é um verdadeiro exemplo do artesanato saxão e prova
a mentira proclamada por aqueles que denominam os períodos saxão
e escandinavo da história da Inglaterra como Idade das Trevas. A verdadeira
idade das trevas era quando o Kristyanísmo teve seu grande apogeu,
tanto territorial quanto politico, principalmente durante o negro periodo
da "Santa" Inquisição! Por fatos Historicos e Atuais,
podemos concluir que a igreja kristã, além de dogmatica, ela
é contra os Livres Pensadores. Sem falar nos enormes prejudicios causados
por esta no desenvolvimento tecnologico e medicinal da ciência.
Absorção do Paganismo
Em nosso estudo das runas mágicas, devemos lembrar também que
a transição da prática da antiga religião pagã
e a conversão ao kristyanísmo foi muito mais longo do que os
historiadoras ortodoxos e os teólogos nos fazem acreditar. Certamente
não bastou o simples agitar de uma varinha mágica para todo
mundo se tornar kristão da noite para o dia, como sugerem muitos livros
de história. Embora a aristocracia possa ter sido convencida do poder
político oferecido pela nova religião, os camponeses-que eram
os verdadeiros pagãos - recusaram-se a aceitar os ensinamentos vindos
do Oriente, agarrando-se tenasmente às suas antigas crenças.
Percebendo isso, os sacerdotes kristãos adaptaram-nas às suas
crenças religiosas e eficazmente anularam-nas pela absorção.
O Papa Gregório escreveu a um de seus missionários britânicos
as seguintes palavras, explicando como a antiga religião poderia ser
destruída de dentro para fora por seus discípulos:
''Os ídolos do povo, sem exceção, devem ser destruídos,
mas os
templos não. Estes devem ser aspergidos com água benta, os altares
de
Cristo erguidos e as relíquias depositadas em seu interior. Pois, se
tais
templos pagãos foram bem construídos, devem ser purificados
da adoração
aos demônios e dedicados ao serviço maior de Deus. Deste modo,
o povo,
vendo que seus templos não são destruídos, pode abandonar
o pecado e
afluir mais prontamente aos locais costumeiros, onde poderá vir a
conhecer e adorar o verdadeiro Deus.''
Tal propaganda influenciou até mesmo os seguidores da magia rúnica
pagã. Alguns aceitaram alegremente Jesus, como um outro
aspecto de Odin. Afinal, o novo deus também foi pendurado numa árvore
e ritualmente morreu pelos pecados de sua tribo. Este eterno motivo era compreendido
por todos os povos pagãos, que conheciam o sacrifício do divino
rei, que morreu para fertilizar a terra com seu sangue. Portanto, não
hesitaram também em aceitar a mãe do divino rei judeu, Maria,
como um outro
aspecto da Grande Mãe Nerthus ou até mesmo Frigga.
Fé Dupla --- Neo-Paganísmo
Durante o período de Fé Dupla, no final do século XI
e depois no XII, as runas tornaram-se um alfabeto místico usado para
descrever a vida de Jesus e seus discípulos. Um exemplo clássico
é a Cruz Ruthwel, encontrada num cemitério de igreja, em Dumfries,
com inscrições rúnicas que contam a história da
crucificação, entremeadas com símbolos pagãos,
tais como
pássaros, outros animais e flores silvestres. Também estão
incluídas cenas do nascimento, a fuga de Maria e José para o
Egito, a cura de um homem cego pelo Nazareno e Maria Magdalena lavando seus
pés. Sobre o caixão feito para Sta. Cuthbert, em 698, runas
e letras romanas são usadas lado a lado. No caso das runas, elas foram
empregadas especialmente para os nomes de Jesus e os quatro apóstolos:
Matheus, Marcus, Lucas e João. Isso demonstra a subsistência
da prática pré-kristã do uso das runas para os nomes
sagrados dos deuses. As runas foram ainda encontradas em inscrições
feitas no túmulo de um santo kristão do século VII,
o que demonstra que seu poder mágico não diminuiu com a chegada
da nova religião. As oraçõe kristãs frequentemente
usaram encantamentos pagãos alterando apenas os nomes dos antigos deuses
pagãos para aqueles dos santos e apóstolos. O folclorista Alexander
Carmichael (1832-1912) passou a vida colecionando orações gaélicas
ainda em uso nas terras altas escocesas e nas Ilhas Hébridas. Muitas
delas constituem encantamentos pagãos pouco disfarçados para
obter boas colheitas ou para consagrar as sementes. Assim como invocavam Jesus
e os santos, essas orações também invocavam Sta. Bride,
que é uma versão kristyanizada da deusa céltica dos fogos
sagrados e mananciais santificados, Bridget. Exemplos de tais orações
podem ser encontrados nos
livros de Carmichael 'The Sun Dances (As Danças Solares-Floris Books,
Edinburgh)'. Tais formulas kristianizadas variavam desde encantos pagãos
disfarçados em uma oração aparentemente kristã
até mesmo orações autenticamente kristãs que ainda
mantinham uma estrutura pagã ou runica. Seguem os Exemplos:
Destes versos do Havamál:
"Creio que me pendurei na árvore batida pelos
ventos
e lá me balancei durante nove dias e nove noites,
acutilado por uma espada
ensangüentada em louvor de Odin,
numa oferta de mim para mim.
Amarrado nessa Árvore,
homem algum sabe até aonde vão suas raízes.
Ninguém me deu de comer,
ninguém me deu de beber.
Desci às profundezas
a fim de apossar-me das runas
e com um grito pungente
caí desmaiado.
Alcancei a felicidade e também a sabedoria.
Envelheci e rejubilei-me no meu crescimento.
De uma palavra a outra
fui levado a uma palavra,
de um feito a outro feito."
sai uma versão resumida e kristianizada deste poema que sobrevive também
em um velho sortilégio anglo-saxônico que envolve a colheita
de nove ervas. "Tomilho e funcho(*), eis um par de grande poder. O sábio
senhor, sagrado no céu,
criou essas ervas quando pendente da cruz e colocou-as nos nove mundos para
ajudar a todos, ricos e pobres."
(*) Herva Doce, Anis
À primeira vista, o termo "sabio senhor" e a frase "pendente
da cruz" poderiam parecer referências diretas a Jesus de Nazaret.
Na verdade, porém, a referência aos "nove mundos" desvenda
seu verdadeiro significado, já que se trata dos nove céus ou
planos de existência reconhecidos pela cosmologia escandinava. O "sabio
senhor" é na realidade Odin, que se pendurou na
Árvore Cósmica do Mundo (Yigdrasil) para adquirir a sabedoria
secreta das runas. Sabemos, pelas narrativas da época, que os ritos
do culto odinísta estavam freqüentemente implicitos no ato de
pendurar-se numa árvore. Como ja tinha sido mencionado antes, as formulas
variavam desde encantos pagãos disfarçados em uma oração
aparentemente kristã até mesmo orações
autenticamente kristãs que ainda mantinham uma estrutura pagã
ou runica. O exemplo que se segue se refere ao segundo item mencionado:
RUNA DA HOSPITALIDADE
"Vi um estranho na tarde de ontem
Coloquei comida no local de comer,
Bebida no local de beber,
Música no local de ouvir;
E nos nomes sagrados do Tri-uno
Ele abençoou a mim e minha casa,
Meu gado e meus entes queridos.
E disse em seu canto à cotovia:
É comum, é comum, é comum,
Vir o Cristo disfarçado de estranho:
É comum, é comum, é comum,
Vir o Cristo disfarçado de estranho."
- Traduzido do Gaélico
Um dos mais famosos casos deste tipo de Oração ao Senhor,
escrita em runas, foi usado pelos saxões pagãos como um talismã
de guerra. Até no século XI (quando os historiadores quiseram
nos fazer acreditar que o Kristyanismo era a religião onipotente do
Ocidente europeu e o paganísmo, uma superstição esquecida),
um certo Abbot Aelfric foi forçado a condenar "outh drycraft oe
runstafum" ou o uso da magia através das runas.
Anteriormente, durante os séculos VIII e IX, alguns cemitérios
rurais possuíam lápides gravadas com orações rúnicas
ao morto.
Um dos exemplos mais surpreendentes da fusão do paganísmo com
o kristyanísmo é o famoso guarda-joias Franks, que data deste
período de fé dupla.
Recebeu este nome após Sir Augustus Franks tê-lo presenteado
ao British Museum, em 1867. A caixinha apresenta cenas da religião
pagã saxõnica juntamente com cenas bíblicas e ambas descritas
pelo alfabeto magico das runas.
Na parte frontal da caixa, do lado esquerdo, há uma ilustração
do deus saxão Wayland em sua ferraria - popularmente acredita-se que
seja um túmulo neolítico, próximo às fortificações
de Uffington, em Berkshire - com a bigorna, o martelo e o fole. Segura com
tenazes uma cabeça humana, cujo crânio será transformado
em taça. O corpo
sem cabeça repousa sob a bigorna do deus. Duas mulheres, que assistem
a cena, estão próximas e, do lado de fora, um garoto (provavelmente
Egil, irmão do deus) esta perseguindo gansos. Do lado direito, pode-se
ver os três reis magos, com suas oferendas,
ajoelhados diante da Virgem Maria e seu bebê recém-nascido. Acima
brilha a estrela de Belém. Cada uma das ilustrações acha-se
circundada por caracteres rúnicos, que as explicam.
Encantamentos de cura
É provável que os segredos rúnicos tenham subsistido,
devido a alguns médicos anglo-saxões, que praticavam o curandeirísmo.
Isso envolvia o uso de talismãs mágicos, ervas medicinais e
encantamentos, que combinavam orações kristãs e pagãs.
O encantamento de cura dado abaixo constitui um exemplo disso.
Nosso Senhor Woden ataca,
o casco de seu cavalo desliza
ele refulge por baixo
e os cascos de seu potro endireitam
osso por osso, carne por carne,
cura em nome
de Woden, BaldR e Freyja.
BaldR e Woden
foram para o bosque
e lá estava o cavalo de BaldR
seu pé machucado.
Então Woden enfeitiçou-o
como bem o sabia,
para ferida do osso,
para ferida do membro,
osso para osso,
membro para membro
como se colados estivessem.
O encantamento escandinavo - saxão, dado a seguir, é outro exemplo
de magia rúnica usado para curar queimaduras. Nele são mencionados
as Nórnes e os principais Deuses do panteão nórdico.
Três senhoras vieram do Oriente
com neve, geada e fogo,
ora no fogo, ora na geada,
Em nome de Woden, Thor e Loki.
Esta fusão de crenças pagãs ilustra a luta na Inglaterra
anglo-saxõnica, entre fiés rivais. Foi uma batalha de mentes,
almas e corações, que saiu das cabanas dos campos para os palácios
de reis, que reivindicavam a descendência de Woden. Tal luta terminou
de modo sangrento, pois logo que a Igreja alcançou o poder político,
suprimiu os "hereges" de seus quadros e expulsou de seus reinos
aqueles descrentes, que escolheram seguir uma vida espiritual diversa. O engraçado
é que para ser considerado um herege de uma religião, você
precisa pertencer a esta primeiro. Mas o kristyanismo, em sua absoluta arrogância,
considera toda a humanidade como kristãos por default, que estão
a serviço de seu deus que pensa ser único. Um herege é
um membro de uma religião que distorce os ensinamentos destas para
um fim ou significado completamente em oposição aos ideais
que fundaram a mesma. Um apóstata é aquele que deixa uma religião
em prol de outra. Ambas são consideradas crimes segundo o pensamento
kristão que é notadamente contra a liberdade de pensamento.
Os pagãos mencionados nesta fração da história
não poderiam ser acusados de nenhum destes dois "crimes"
pois sequer eram kristãos, e os que eram, se tornaram por subversão
e fraude elaboradas pelos próprios lideres kristãos da época.
Perseguição aos pagãos
No final do século XIV, começou a temporada de caça às
bruxas. Calcula-se que, nos quatrocentos anos que se seguiram, cerca de nove
milhões de homens, mulheres e crianças morreram para satisfazer
a louca vingança da Igreja contra os pagãos. Muitos inocentes
morreram na forca ou na pira. (Este é o famoso "Amor" Kristão)
Diante de torturas terríveis (arrancamento de olhos, torção
de polegares, roda de tortura), muitos preferiam uma falsa confissão
e, portanto, uma morte rápida à longa agonia da inquisição.
O resultado de todo o processo foi a condenação das runas como
símbolos de magia negra. Ao término da Idade Média, o
conhecimento rúnico foi amplamente esquecido. A palavra runa degenerou
e passou a significar qualquer palavra ou símbolo mágico usado
em encantamentos. Foi apenas no fim do século XIX que as runas reapareceram
na
consciência pública, resultado de pesquisa realizada por ocultistas
germãnicos, que tentavam reviver o paganísmo teutônico
e escandinavo. Ja na Islândia, a historia relata que os anciões
da Islândia tiveram que tomar uma decisão amarga. Sob pressão
politica da Europa Kristã (que consistia em embargo economico somados
a ameaça de guerra genocida lideradas pelo rei kristão "Santo"
Olaf, o Gordo), e encarando a necessidade pelo comercio, o Allthing (as decisões
de Estado la são
determinadas por uma assembleia dos Islandeses em uma democracia de verdade,
não como a falsa democracia em que vivemos) declarou a Islândia
como um pais oficialmente Kristão. Com alguns poucos séculos,
os últimos remanecentes do Paganísmo Nordico, que em uma epoca,
ocupou toda a região norte da Europa aonde esta aparentemente morreu.
Entretanto a Islândia
foi um pais tolerante e os mitos e estorias, e lendas das epocas pagãs
foram deixadas isentas da queima e destruição para acender as
chamas da crença nas gerações seguintes. Sob pressão
do famoso poeta, Sveinbjorn Beinteinsson, a Islândia uma vez mais reconheceu
o Paganísmo Nordico como uma religião legitima e legal. Uma
restauração de nossa antiga fé é como um total
florecer na America. Esta antiga religião Pagã foi conhecida
como Asatru, uma palavra do Nordico Classico que significa Troth (lealdade)
para os Deuses, e o Asatru moderno é nada menos que o completo reavivamento
da antiga religião Pagã Nordica.
Cronografia:
Os anos estão baseados no calendario C.E. (Common Era, Era comum ou
Era da Tirania Kristã, Era Vulgatti
Também podendo ser chamada de A.D. Anno Domini)
35000-8000 A.C.
Idade da Pedra Antiga
Adoração da Grande Deusa Mãe Nerthus da Tribo Divina
dos Vanires, Xamanísmo, culto aos Deuses Vanires
8000-5000 A.C.
Nova Idade da Pedra
Cultos da Fertilidade relacionados a Deuses e Deusas. Culto aos Ancestrais.
Magia destinada a propiciar a caça.
5000-2000 A.C.
Idade do Bronze Primitiva
Primeiros escritos registrados. Cultos da fertilidade relacionados à
adoração de varios casais de Deuses parceiros sexuais. Círculos
de pedras e outros monumentos megalíticos.
2000-1000 A.C.
Idade do Bronze Tardia
Construção de Stonehenge. Adoração do sol na Europa
sentrencional; oferendas votivas em pântanos de turfa.
1000-500 A.C.
Idade do Ferro Primitiva
Ascensão dos celtas e primeiras civilizações nórdicas
com adoração de heróis divinizados e deuses e deusas
da fertilidade.
500 A,C, 100 D.C.
Idade do Ferro Tardia
Uso do alfabeto rúnico (Inicio da Era Runica). Sacrifícios humanos
nos pântanos de turfa escandinavos. Emergência do odinísmo.
100-500 D.C.
Idade Romana
A ocupação da Europa ocidental por Roma. Adoração
dos Deuses Noruegueses e germânicos. Surge o kristyanísmo.
500-1000 D.C
Alta Idade Média
Ascensão das culturas viking e saxônica. Período de fé
dualísta, com o paganismo e o kristyanísmo em conflito.
1000-1500 D.C.
Baixa Idade Média Supressão do Paganísmo
Bibliografia:
The Magic of The Runes
by Michael Howard
The Aquarian Press
The Book of Runes
Ralph Blum
The Wisdom of The Runes
Michael Howard
Random Century Group Ltd.
An introduction to Asatru ***
The Raven Kindred Assc.
11160 Veirs Mill Rd L15-175 Wheaton, MD 20902
USA (301) 593-9316 - lstead@cais.com
ALT.PAGAN Frequently Asked Questions (FAQ) ***
Authors:
Susan Harwood Kaczmarczik; Br'an Arthur Davis-Howe;
T. O. Radzykewycz; Ailsa N.T. Murphy; Cecilia Henningsson
Archive-name: paganism-faq
Last-modified: Oct 1994
Version: 2.1
"Apesar de nós não acreditarmos que qualquer religião
seja para todos, o Asatru da as boas vindas a qualquer pessoa a nossa fé
que esteja interessado sinceramente em seguir os Velhos caminhos."
- The Raven Kindred Association
* O termo "Religiões Abraãmicas" é um termo academicamente aceito para ser usado em lugar do popular "religiões judaico-cristãs" por esta não ignorar os islãmicos.
Texto por:
Octavio Augusto Okimoto Alves de Carvalho
Goði Meðal Mikit Stór-Ljón Oddhinsson
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Salve o Pai Excelso
e Todos do Povo Sagrado
Salve os Aesires e Vanires
Salve os Elfos e Espiritos da Terra
Salve Sveinbjorñ Betteinsson e Godhi Medhal
Mikit Stór-Ljon Oddhinsson (In Memorian)
Salve a Todos da gente de nossa fé que são realmente VERDADEIROS
e na Clássica
TRADIÇÃO (FORN SED)

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25/Maio/2249 R.E. (Era Rúnica)
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